1, 2, 3 e eleições outra vez

Por Beatriz Fonseca

______________________________________________________________________________

Ano de eleição é sempre igual, propagandas eleitorais na TV, no rádio, panfletagem, debates com suas alfinetadas e promessas, e muito mais.
Nossa sociedade, uma democracia, exige que todos exerçamos os nossos papéis nisso tudo, mas… será que estamos exercendo nosso papel corretamente?

______________________________________________________________________________

O povo brasileiro é bem conhecido por ser acolhedor, a menos que o assunto seja futebol, religião ou política. Parece que passam a se comportar como animais, tudo para defender sua ideologia.

Recentemente nos deparamos com notícias lamentáveis de como a violência está presente entre os grupos rivais por conta de seus partidos políticos, o respeito que deveríamos ter, hoje já não é efetivo em nossa comunidade, mesmo que seja citado em tantos debates. Como essa  atitude pode fazer parte de um povo que se diz tão atencioso, caloroso e civilizado?

A agressão por uma ideologia tem se tornado cada vez mais comum na mídia, acredito que um dia nossa constituição será substituída pela lei de talião, a retaliação, tendo em vista que a forma como isso é aceito e reproduzido com cada vez mais frequência.

É necessário destacar a importância de conhecer aqueles ideais defendidos, fazendo pesquisas em diversas fontes e tendo certeza da veracidade dos fatos ali expressos, afinal a sua ignorância pode ser utilizada por aqueles que detém o conhecimento.

______________________________________________________________________________


.

Sobre a autora: Beatriz Fonseca é uma comunicadora em formação e tem interesse em escrever os mais diversos tipos de texto. Com estreia em setembro de 2018, escreve para Gostonomia suas reflexões sobre o mundo, aproveitando sua versatilidade e capacidade em usar metáforas e lidar com fábulas. Gosta de chuva, frio e vento, e prefere se afastar do calor, do sol forte e das multidões. Fotógrafa do acaso, retrata pessoas na vivência de suas bolhas e cotidianos.