Rosa fé

Silvia Regina Guimarães
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Outubro é um mês interessante. O mundo se dá conta que mais um ano começa a acabar. Os recomeços começam a ser preparados e, com isso, muitas inspirações e promessas.

De São Paulo, a visão do futuro parece nebulosa: prefeito eleito em primeiro turno, sem maiores debates. Mas, mantem-se a esperança: Eduardo Suplicy é o vereador mais votado.

E de esperança e fé outubro reina rosa.

Rosa florido nas ruas, nas casas, na gratidão comprada aos professores celebrados no dia 15. A padroeira, mais do que ninguém, recebe flor, amor, fé, muita. Recebe lágrima, também, sonho, coragem, dor. Um monte. Degrau por degrau. Com direito a círio e corda, na luta do toque.

O rosa é um toque. Uma provocação às importâncias.

É importante tocar as mamas e se tocar de que viver um outubro rosa é cuidar, é querer bem. Lembrar que o exame é necessário, faz notar um carinho. A prevenção é o remédio para muita coisa ruim. É tentar abrir espaço para as coisas boas. Uma questão de fé.

Essa fé rosa construída em outubro acaba tendo cara de resistência, de persistência, de resiliência. Coisa de mulher. Não todas, claro, mas muitas delas. Que sejam a maioria.