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Indigestas múltiplas até o fim do mês

Os linchadores e o caso Eloá

Linchadores são aqueles que aparecem sempre que uma sanção está para acontecer. Eles estão lá para ver o enforcamento, a condenação ou a absolvição de um réu. Estão lá para gritar palavras de ordem que vão desde “-Lincha, lincha!”-, sucessivas vezes, ou a palavra da moda nos últimos julgamentos famosos: “-Justiça, justiça!”. Bizarros, eles fazem da tragédia de um grupo, um espetáculo. Temíveis, quando têm a oportunidade, eles se sentem no direito de fazer “justiça” com as próprias mãos. Impactantes, eles reúnem a imprensa em seu entorno e se exibem como parte do circo armado, usando camisetas do caso anterior, com a foto de Isabela Nardoni estampada, e falam da grande oportunidade que se criou com o caso Eloá de assistirem a um julgamento, justificando o fato de estarem do lado de fora do fórum, decepcionados por às 7 e pouco da manhã ainda terem podido entrar.

 

Confusão ou tendenciosidade?

Faz três anos que ouvimos sobre o crime do motoboy/estudante Lindemberg Alves. Porém, no último dia 15/02/2012 notou-se que o jornalismo televisivo da Bandeirantes, entre alguns outros veículos de comunicação, passou a chamar o assassino confesso de Eloá Pimentel de metalúrgico. Ele já era quando tudo começou, ele acumulava funções de meta e moto ou seria uma confusão por tudo estar acontecendo em Santo André, ABC paulista?

(…)

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